Produção Gráfica (CRP-0357, ECA)/Perfis/mat/Debora Viana

De Stoa
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Conteúdo

Debora Viana

Exemplos de bom design

Exemplo 1


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A escova de dentes é exemplo de bom design porque suas formas fazem com que o produto cumpra sua função: o cabo é longo o bastante para que as cerdas alcancem os dentes do fundo, além de ter um formato anatômico e um revestimento de borracha, que evita que a escova deslize da mão. Além disso, o formato da “cabeça” da escova, geralmente em forma de “v”, permite que todos os dentes sejam limpos por igual.

Exemplo 2

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A lâmina feminina é um exemplo de bom design porque seu contorno é arredondado, ela possui um corpo revestido de um material anti-deslizante que evita que a lâmina escorregue das mãos e cause algum acidente. Além disso, ela possui de duas a três laminas, bem protegidas por borracha em suas laterais, e de fácil reposição.

Exemplos de mau design

Exemplo 1


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O curvex pode ser colocado como um exemplo de mau design porque suas formas não são práticas, e, embora o cabo (parecido com o de uma tesoura) ajude na utilização do produto, a parte de cima é bastante difícil de ser usada, e há uma grande chance de, além dos cílios, ele acabar pressionando também a pálpebra. É muito complicado conseguir encaixar o curvex exatamente no início dos cílios, então o produto acaba perdendo um pouco sua função porque não curva os cílios em todo seu comprimento.

Exemplo 2


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O saquinho de leite muito utilizado antigamente é um exemplo de mau design porque não dá sustentação ao produto, a embalagem é muito fina e, na hora de abrir, sempre se perde um pouco do leite. Ele também não é prático de se utilizar depois de aberto, pois deixa o produto em contato com o ar, o que pode estragá-lo em pouco tempo.

Elementos de Design: Equilíbrio

Exemplo 1


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Exemplo 2

Exemplou.jpg


Equilíbrio pode ser entendido como a equivalência de forças. Como na física, quando a resultante das forças for zero, temos o equilíbrio. Nas imagens acima, temos equilíbrio justamente porque temos a resultante nula. Na cadeira, qualquer que seja o peso da pessoa que se sente nela, ela vai distribuir o peso igualmente nos 4 pés, e sempre haverá um equilíbrio. Na imagem 2, mesmo havendo uma grande diferença nas cores e nas imagens que compõe a parte superior e a parte inferior da foto, elas se equilibram e passam uma sensação de harmonia para quem olha a imagem. A pirâmide e a parte bem escura na parte de baixo se equilibram com a suavidade e com a ausência de objetos na parte de cima.

Assim, vemos que o equilíbrio nem sempre está ligado com a simetria da imagem, ou com a disposição igual dos objetos nas partes de cima e de baixo, ou nos lados. Equilíbrio em imagens e designs está bem mais relacionado com a equivalência de "peso" dos elementos que os compõe: muita luz e pouca luz, muita cor e pouca cor, cores quentes e cores frias... Uma combinação balanceada desses diferentes "pesos" no design faz com que ele, quando observado, transmita a sensação de equilíbrio.


Designer

Bruno Munari


Exemplo.jpg Exemplo2.jpg

As peças de Bruno Munari são boas porque mostram uma originalidade na escolha dos temas, e uma criatividade para trabalhar com as peças, que remetem ao futurismo, à questão da inovação da perspectiva, do modo como vemos as coisas normalmente e como elas podem ser transformadas. Na minha opinião, a questão do “novo”, geralmente causa impacto, e chama nossa atenção para o que não estamos acostumados. Porém, além dessa característica inovadora, temos ao mesmo tempo um equilíbrio no conjunto, tanto na primeira peça, que dispõe harmoniosamente vários elementos diferentes em uma mesma cena, quanto na segunda, que mostra bastante equilíbrio e estabilidade em um objeto que foge de seu design usual.

Cor aprendida

Exemplofolha.jpg

Quando se pergunta a qualquer pessoa qual é a cor das folhas das árvores, a resposta será unânime: "verde". O verde, de fato é a cor aprendida das folhas, a cor que estamos acostumados a associar às folhas, assim como associamos o azul ao céu e o branco ao ovo. Mas, se repararmos nos detalhes, veremos que o verde é apenas a cor predominante, mas também existem diversos tons de amarelo,muitas variações do verde e até de cores mais escuras, como marrom e cinza, quando as folhas começam a envelhecer. Essas são as chamadas cores apreendidas, que fazem parte da composição principal, mas que muitas vezes, são esquecidas, em detrimento das cores que já aprendemos como "verdadeiras".

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