Produção Gráfica (CRP-0357, ECA)/Perfis/not/Ana Carolina de Souza Zan

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Conteúdo

Ana Carolina de Souza Zan

Exemplos de bom design

Untitled-2.jpg

Critérios de avaliação adotados:

1 – Adequação ao público

2 – Legibilidade

3 – Clima/mood

4 – Impacto

5 – Resposta


O que mudou na página de recados do Orkut foi a simples inserção de link para responder recados logo abaixo do próprio recado. Assim o usuário não precisa clicar no perfil da pessoa, entrar no scrapbook dela para só depois escrever a resposta. Trata-se de uma modificação adequada ao público, já que facilita o uso da ferramenta. Esta facilidade na resposta exerce influência também nos critérios impacto e resposta, já que esta pequena mudança, em fonte pequena, foi de fácil percepção para os usuários freqüentes do site e proporcionou um aumento no uso da pagina para recados pessoais e pequenas conversas.

Exemplos de mau design

Utilizei como principal critério para para escolha dos exemplos de mau design a questão da usabilidade, que serão detalhas caso à caso.

americanasj.jpg

Bom, nem entrando na discussão da questão estética do site usado como exemplo (que aliás é sofrível, dado o excesso de informações), é preciso concordar que a página da Americanas.com possui ainda outros problemas. Isto por que trata-se de um site de acesso quase que impossível para portadores de algumas necessidades especiais, por exemplo. Cabe aqui explicar que portadores de deficiencia visual utilizam o computador com o uso de um programa que faz a leitura dos caracteres presentes na tela. Porém, os menus da página citada são formados em sua maioria por imagens, o que impossibilita esse tipo de navegação. Além disso, não só os deficientes visuais como pessoas com dificuldades motoras navegam nos computadores através do teclado (aquela famosa navegação por "tab") e esse site impõe limitaçoes também neste âmbito. m Menus como aquele da promoção central que se modificam somente quando o mouse passa por ele, são inacessíveis à estas pessoas.

Continuando na questão da usabilida, o foco muda da não acessibilidade, para a possibilidade excessiva de acesso à alguns dispositivos:

kbuttons.jpg

transparent_kb_buttons.jpg

botao_desligar_no_topo.gif

Tais botões localizados nos teclados podem ser facilmente esbarrados e ativarem um comando não desejado

Bom, para finalizar os exempls de mau design segue um objeto:

controle


Trata-se de um produto que a ineficácia no design já foi constatada por diversos acidentes durante sua utilização. Tanto que novos modelos já foram projetados e algumas empresas já fabricam em moldes mais atuais. Usando os critérios adotados, pode-se dizer que o design é ruim em primeiro lugar no que tange a legibilidade. Por legibilidade, neste produto, entende-se a clareza dos comandos explicitados no objeto; e estes são claramente confusos, dados os casos de acidentes e até morte durante sua utilização. Outro ponto crítico é a adequação ao público: o produto redesenhado não levava em conta dados antropométricos, como o tamanho e a distância entre os dedos e partes da mão. O terceiro critério de avaliação, clima, no produto original também é deficiente no que tange o senso comum do usuário atual, já que remete a idéia um produto ultrapassado, não confiável do ponto de vista tecnológico. Ana Carolina Zan

--Acszan 22:36, 30 Junho 2007 (BRT)

Designer

Paul rand logos.jpg

No geral, a criação de logomarcas feita por Paul Rand se apoiou em uma tipografia limpa e geometrica, sem elementos desnecessários. Porém essa economia de elementos não torna, de maneira nenhuma, os logos criado por Rand simplistas. O logo da ABC é um ótimo exemplo, pois não deixa de seguir esta linha, que é marca da criação de Rand, e proporcionou uma identidade visual sólida à empresa a mais de 40 anos. Outro exemplo é o logo da NeXT, onde o nome da empresa esta posiciona-se em uma caixa preta que o divide em dois. É o que basta para a harmonia visual da imagem. Já na marca da IBM, Rand cria uma marca forte, com diferencial e memorável, usando sinais arbitrários para se distinguirem: uma tipologia pesada, desenhada com faixas. Não há na identidade da IBM metáforas visuais associadas diretamente à marca, nenhum desenho é associado a ela, mas se destaca pela forma característica como seu nome é escrito. Estes e outros trabalhos de identidade visual feitos por Rand, comprovam a necessidade de se conter excessos para que a identidade de uma marca sobreviva.

--Acszan 22:46, 1 Julho 2007 (BRT)

Cor aprendida

Segue aqui mais uma imagem de ovo sobre fundo branco em que a foto é constituída por vários tons, que separadamente poderiam ser considerados brancos. Como estão juntos, é possível visualizar um contraste entre eles e diferenciá-los.

ovo

Quantas cores?

Agora mais um daqueles tipicos exemplos de ilusão de ótica.
Quantas cores você vê na imagem abaixo?

Quantas cores?


--Acszan 11:19, 1 Julho 2007 (BRT)

Projeto Gráfico

Livro amarelp.png


Briefing

1. Objetivos do projeto:

Edição especial do livro “O jogo da amarelinha” de Júlio Cortazar em forma de fichário, onde o agrupamento de páginad é feito por capítulos.

2. Público-alvo preferencial:

Intelectuais, interessados em literatura em geral. Trate-se de uma edição especial, de pequena tiragem, peça de coleção.

3. Mensagem a enviar:

Através do formato publicação este projeto pretende abrir possibilidades de uma leitura não linear do texto de Julio Cortazar.

4. Resposta esperada pelo público:

A ampliação das possibilidades de leitura da obra

Justificativa do projeto gráfico

Trata-se de um livro que permite uma leitura não linear. O leitor pode escolher entre seguir a ordem dada na estrutura do livro ou fazer seu próprio caminho de leitura, tendo resultados completamente diferentes. Trata-se deu um livro sem um roteiro fixo a ser seguido que a cada nova ordem de leitura cria narrativas e personagens distintos Todavia, o formato tradicional de livro, no qual ele é editado, não favorece para que o leitor se aventure em novas possibilidades. Portanto foi decido o agrupamento apenas dos capítulos, independente de quantas páginas este tenha. Os cadernos dos capítulos serão agrupados em uma espécie de fichário.

Restrições técnicas:

o formato final, dentro do fichário fechado, deverá ter aproximadamente 26x24cm, formato de distribuição e armazenamentos não muito usuais.

Tipografia

Para a designação de capítulo: Prestige Elite Std – corpo: 21pt (palavra); 150pt (numeraçã)

Tipocap.jpg

Para a composição do texto: Garamond – corpo 12pt

Untitled-1.jpg

Numeração das páginas: Garamond – corpo 10pt

Entrelinha:

14 pt

Dimensões:

fechado: 623,6221 pt x 566,9291 pt (22x20cm) aberto: 1247,2441 pt x 566,9291 pt (44x20cm)

Margens e Colunas

superior: 28pt; inferior: 26pt; interna : 65pt; externa: 54,5pt (texto) e 35,5pt(numeração)

Hierarquia tipográfica

designação de capítulos Prestige Elite Std; corpo 21 e 150 Composição textual: Garamond; corpo 12

Prest.jpg
Garamond.jpg


Livro-amarel.jpg
Livro-amarel2.jpg


Memorial de gráfica

1. Suporte: POLEN BOLD

2. Processo: off-set

3. Cores: Uma cor - preto

4. Formato do papel original: A0 – aproveitamento total

5. Formato aberto x fechado do layout (em cm): aberto – 44x20 fechado – 22x20

6. Será usado algum processo especial (relevo seco, timbre)? Não

7. Serão usadas tintas especiais (metálico, fosforecente)? Não

8. Imagens e sua resolução – Sem imagens

9. Acabamento: grampo duplo interno

10. Encadernação e capa: Serão agrupados em canoas grampeada por capítulo. Não será necessário capa pois está será de tecido no próprio fichário.

11. Tiragem: 10mil

12. Distribuição: por transportadora


--Acszan 22:36, 30 Junho 2007 (BRT)

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